Como escolher detectores de fumaça e prevenir danos decorrentes de incêndios

Em caso de incêndio, quanto mais rápido for descoberto o fogo, mais fácil será controlá-lo e maiores serão as chances de os ocupantes escaparem ilesos. Isso mostra a importância de existir um sistema de detecção e alarme eficiente, sobretudo em edificações que não possam ser rapidamente evacuadas.

Sistemas de detecção e combate a incêndios são compostos, basicamente, por detectores (que podem ser térmicos, de fumaça, de gás, de chama), acionadores, central de controle, avisos sonoros e/ou visuais e fonte de alimentação de energia elétrica.

O tipo de detector a ser utilizado, a quantidade de dispositivos e sua distribuição no ambiente devem estar de acordo com as características do local e do risco de incêndio existente.

A especificação deve considerar características da instalação, como aumento de temperatura, materiais existentes nas áreas protegidas, forma e altura do teto e ventilação do ambiente.

Entre os detectores utilizados no Brasil há os termovelocimétricos, indicados para monitorar ambientes com presença de materiais que têm um início de combustão com muito calor e pouca fumaça. Esses equipamentos são especialmente úteis em locais sujeitos à presença de fumaça ou poeira, como em cozinhas e lavanderias.

Outros requisitos que devem ser atendidos são:

  • Resistência às possíveis mudanças de temperatura do ambiente, sem causar falsos alarmes;
  • Resistência à umidade e à corrosão do ambiente, de acordo com a vida útil projetada pelo fabricante;
  • O menor índice possível de alarmes falsos por poeira impregnada.
  • O fabricante deve fornecer todas as informações necessárias sobre os equipamentos, como temperatura, faixa e/ou parâmetros para atuação. Também é imprescindível avaliar a capacidade técnica do fabricante e dos instaladores.

Uma vez instalado, o sistema de detectores de incêndio deve passar por manutenção preventiva regular. A ABNT NBR17.240:2010 – Sistemas de detecção e alarme de incêndio preconiza que a manutenção deva acontecer a cada três meses. A norma também define que a manutenção preventiva e corretiva seja executada por técnicos habilitados e treinados.

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